
Desde 2012, Angola viu cerca de uma dúzia de navios de cruzeiro atracarem nos seus portos, fazendo mais de quatro mil turistas descer a terra, embora por poucas horas. As escassas condições para a recepção de navios de grande capacidade tem sido um dos maiores entraves à permanência dos turistas, mas para a agência de viagens TravelGest chegou a altura de mudar esses hábitos. Pedindo ao Governo apoios para a criação de infra-estruturas, melhoria das já existentes e auxílio aos investidores privados que querem desenvolver as áreas com alto potencial turístico, a TravelGest pretende fazer de Angola um ponto de entrada e saída de turistas de cruzeiro, já no próximo ano. A ideia é colocar o país no mapa dos cruzeiros turísticos, abrindo as portas aos viajantes que queiram conhecer as riquezas que Angola tem para mostrar.
Para esta época, que iniciou em Outubro, a TravelGest já confirmou a atracação de mais seis cruzeiros nos portos do país, dois deles com capacidade superior a mil pessoas. O Porto de Luanda é o que mais cruzeiros recebe. Durante as visitas, os turistas poderão fazer excursões aos sítios emblemáticos da cidade, como a Nova Marginal de Luanda, o Museu de Antropologia, a Fortaleza de São Miguel, a Ilha do Mussulo, o Memorial Agostinho Neto, a futura Assembleia Nacional e o Museu das Forças Armadas.
Com um potencial turístico em desenvolvimento, Angola pode ter neste sector uma via alternativa para a economia, arrecadando cada vez mais receitas e criando milhares de postos de trabalho.






